Laboratorio de psicologia

Postado por : Maria José G2

segunda-feira, 21 de junho de 2010

PAUTA LIVRE

Nós, como polulação que paga impostos e vivenciamos da forma mais expressiva possível o desprezo e o pouco caso que o mundo do agronegócio faz da EDUCAÇÃO (e do restante população de baixa renda) que não compartilham das toneladas de soja e algodão que tomam espaço na nossa região. Nós somos uma região iminimentemente agrícola diga-se de passagem.
O descaso com a Educação do Oeste é um discurso antigo e redundante, todos sabemos que é preciso fazer mais.
Os governantes faltam cumprir com o seu papel. Entretanto, como valorizar a EDUCAÇÃO se a prioridade aqui é o AGRONEGÓCIO?
Nós professores, vivenciamos a parte mais expressiva possível de desprezo e pouco caso com a educação e ao restante da polulação de baixa renda, que não compartilham com o montão da produção de soja/milho e algodão da região.
A descaso com a educação do Oeste Baiano é um discurso antigo e redundante, todoas as pessoas que se agregam a educação, sabem que, aos governos faltam cumprir com o seu papél....Mas como priorizar a Educação se o Agronegócio é o Kid ?
Os valores altíssimos destinados a agricultura, não vem só das carteiras "turbinadas"dos produtores; mas dos incentivos municipais, estaduais e federais, dos empréstimos exorbitantes dos bancos, que inclusive, saem de nossos salários, sob a forma de impostos diretos ou indiretos.
Mesmo assim, estes políticos quiseram calar nossa voz, aqui no Oeste baiano. Estes, e a turma da soja, tentaram calar nossa boca.
Surpresa? Não, os professores fizeram seu papel, lutar por um salário digno, justo e uma Educação mais justa e de qualidade....
Indignação? Sim, este é o sentimento da educação, mas o que valeu mais que estemovimento foi o primeiro, e logicamente, a maior revolução em uma cidade em que, seus gregários são DÉSPOTAS.
Evaristo

Um comentário:

  1. Evaristo,
    Na mídia, notícias sobre educação são publicadas não mais apenas em cadernos de ensino, mas também nas páginas policiais, desvelando agressões e agredidos. A luta a favor de melhores condições de trabalho coloca frente a frente o professorado e os governos. Entre tantas situações contemporâneas, pensar a atuação docente é um grande desafio, o qual deve mobilizar a todos nós.
    Cristiani Negrão Gallois

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