Nós, como polulação que paga impostos e vivenciamos da forma mais expressiva possível o desprezo e o pouco caso que o mundo do agronegócio faz da EDUCAÇÃO (e do restante população de baixa renda) que não compartilham das toneladas de soja e algodão que tomam espaço na nossa região. Nós somos uma região iminimentemente agrícola diga-se de passagem.
O descaso com a Educação do Oeste é um discurso antigo e redundante, todos sabemos que é preciso fazer mais.
Os governantes faltam cumprir com o seu papel. Entretanto, como valorizar a EDUCAÇÃO se a prioridade aqui é o AGRONEGÓCIO?
Nós professores, vivenciamos a parte mais expressiva possível de desprezo e pouco caso com a educação e ao restante da polulação de baixa renda, que não compartilham com o montão da produção de soja/milho e algodão da região.
A descaso com a educação do Oeste Baiano é um discurso antigo e redundante, todoas as pessoas que se agregam a educação, sabem que, aos governos faltam cumprir com o seu papél....Mas como priorizar a Educação se o Agronegócio é o Kid ?
Os valores altíssimos destinados a agricultura, não vem só das carteiras "turbinadas"dos produtores; mas dos incentivos municipais, estaduais e federais, dos empréstimos exorbitantes dos bancos, que inclusive, saem de nossos salários, sob a forma de impostos diretos ou indiretos.
Mesmo assim, estes políticos quiseram calar nossa voz, aqui no Oeste baiano. Estes, e a turma da soja, tentaram calar nossa boca.
Surpresa? Não, os professores fizeram seu papel, lutar por um salário digno, justo e uma Educação mais justa e de qualidade....
Indignação? Sim, este é o sentimento da educação, mas o que valeu mais que estemovimento foi o primeiro, e logicamente, a maior revolução em uma cidade em que, seus gregários são DÉSPOTAS.
Evaristo
Evaristo,
ResponderExcluirNa mídia, notícias sobre educação são publicadas não mais apenas em cadernos de ensino, mas também nas páginas policiais, desvelando agressões e agredidos. A luta a favor de melhores condições de trabalho coloca frente a frente o professorado e os governos. Entre tantas situações contemporâneas, pensar a atuação docente é um grande desafio, o qual deve mobilizar a todos nós.
Cristiani Negrão Gallois