Laboratorio de psicologia

Postado por : Maria José G2

sábado, 3 de julho de 2010

O desenvolvimento é um processo que se dá de fora para dentro

Para Vygotsky, o desenvolvimento é um processo que se dá de fora para dentro. É no processo de ensino-aprendizagem que ocorre a apropriação da cultura, a abjetivação do homem e o consequente desenvolvimento do indivíduo e a transformação permanente do mundo.
"(...) o homem se apropria da natureza objetivando-se nela para inseri-la em sua atividade social. Sem apropriação da natureza não haveria a criação da realidade humana. Haveria a objetivação do homem. Sem objetivar-se através de sua atividade o homem não pode se apropriar de forma humana da natureza... Não haveria desenvolvimento histórico se o homem se apropriasse de objetos que servissem de instrumentos para ações que possibilitassem apenas a utilização de um conjunto fechado de forças humanas e a satisfação de um conjunto também fechado de necessidades humanas. O que possibilita o desenvolvimento histórico é justamente o fato de que a apropriação de um objeto (transformando-o em instrumento, pela objetivação da atividade humana nesse objeto, inserindo-o na atividade social) gera na atividade e na consciência do homem, novas necessidades e novas forças, faculdades e capacidades(...)"

Luciana Rodrigues

terça-feira, 29 de junho de 2010

O Pai da Psicologia Experimental(laboratório)

Estruturalismo

• Wilhelm Wundt (1832-1920)
Tirando a Psicologia da Filosofia, trazendo para o campo da ciência
Wilhelm Wundt (1832-1920) , criou na Alemanha o primeiro laboratório de pesquisa em Psicologia: “A ambição de Wundt era estabelecer uma identidade independente para a Psicologia. (...) Ele acreditava que os psicólogos deveriam investigar ‘os processos elementares da consciência humana', suas combinações, relações e interações.

É comum descrever Wundt como um ‘químico' da vida mental que estudava seus ‘átomos' sistematicamente. Muito apropriadamente, o método de Wundt é em geral chamado de estruturalismo (Davidoff, 2001; p. 9-10).
Ele foi, nos primeiros anos da evolução da Psicologia como disciplina científica distinta / autônoma, um baluarte. Wilhelm Wundt que determinou o objecto de estudo, o método de pesquisa, os tópicos a serem estudados e os objectivos da nova ciência.

Formado em Medicina ele criou um espaço compatível com os laboratórios das ciências naturais. Este laboratório tornou-se um centro de investigação, local onde acorreram psicólogos e estudantes de todo o mundo. Esta foi a forma mais eficaz de Wundt atingir o seu principal objetivo que era contribuir para o processo de autonomia da Psicologia – separando-se, nesse contexto, e apenas nesse, da Filosofia .

Era, naquele período, um ramo do saber estar acoplado à Filosofia – estudo do saber, daquele que é “amigo” e “amante” do saber. A Mecânica, a Física, a Biologia, a Fisiologia, a Química cresciam velozmente respondendo às demandas das pessoas: tecidos fabricados, carro, eletricidade, remédios etc.
Foi influenciado pelas descobertas da Química . Na Química todas as substâncias são compostas por átomos. Wundt foi então decompor a mente nos seus elementos mais simples, que são as sensações .

Tanto para Wundt como para os seguidores do estruturalismo, as operações mentais resultam da organização de sensações elementares que se relacionam com a estrutura do Sistema Nervoso.

Wundt recorre aos métodos experimentais das Ciências Naturais , particularmente às técnicas usadas pelos fisiologistas , e adaptou os seus métodos científicos de investigação aos objetivos da Psicologia. Desta forma, a Fisiologia e a Filosofia ajudaram a moldar: o objeto de estudo e os métodos de investigação dessa ciência que emergia.

Wundt define como objeto da Psicologia o estudo da mente , da experiência consciente do Homem - a consciência - e é no seu laboratório, em Leipzig, que ele vai procurar conhecer os elementos constitutivos da consciência .
Fonte colaboradora:google, acessado em 26/06/2010, às 16:00hs.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E A SEPARAÇÃO DO CASAL....

Lendo os textos de Psicologia da Educação, onde aprendi que "Psicologia" é individualizada e a "Educação" é socializante, lembrei-me de meus três filhos.
Quando o relacionamento entre eu e a minha "ex" ficou insuportável com conflitos graves, nos separamos. Mas nunca pensei nas mudanças que nós impusemos aos filhos. Troca de lar, de costumes e até de cidade. E estas mudanças são inóspitas aos filhos, pois eles, não estão se "separando", nem do pai, nem da mãe. Isto vai lhes propiciar nos novos afetos/desafetos, compreensão ou intolerância no exercício dos novos afetos.
Continuando na tecla de cuidar dos filhos, existe uma relação nem sempre fácil, que realmente cabe aos "filhos".

Pensando neste ponto, fiz-me uma pergunta: - "Será que a escola está preparada lidar e coexistir" com estes excludentes?
Já é difícil que eles aceitem os pais separados, que já não estão juntos, que terão que separar-se de um deles; a quem poderão ver, quem sabe em dias marcados, esporadicamente ou quem sabe 'NUNCA MAIS". A raiva e os rancores que ficam de uma separação, são grandes. Isto deve marcar muito os filhos.
Mas minha colocação"MOR" é apontado para este tema, da tal de "Psicologia da Educação". Será que esta está pronta prá receber este contingente de alunos que realmente precisam do bom andamento na educação?... pois a tendência da queda da aprendizadem atinge o caos da educação. ...ou precisaremos de uma psicóloga para isto?
Evaristo

segunda-feira, 21 de junho de 2010

PAUTA LIVRE

Nós, como polulação que paga impostos e vivenciamos da forma mais expressiva possível o desprezo e o pouco caso que o mundo do agronegócio faz da EDUCAÇÃO (e do restante população de baixa renda) que não compartilham das toneladas de soja e algodão que tomam espaço na nossa região. Nós somos uma região iminimentemente agrícola diga-se de passagem.
O descaso com a Educação do Oeste é um discurso antigo e redundante, todos sabemos que é preciso fazer mais.
Os governantes faltam cumprir com o seu papel. Entretanto, como valorizar a EDUCAÇÃO se a prioridade aqui é o AGRONEGÓCIO?
Nós professores, vivenciamos a parte mais expressiva possível de desprezo e pouco caso com a educação e ao restante da polulação de baixa renda, que não compartilham com o montão da produção de soja/milho e algodão da região.
A descaso com a educação do Oeste Baiano é um discurso antigo e redundante, todoas as pessoas que se agregam a educação, sabem que, aos governos faltam cumprir com o seu papél....Mas como priorizar a Educação se o Agronegócio é o Kid ?
Os valores altíssimos destinados a agricultura, não vem só das carteiras "turbinadas"dos produtores; mas dos incentivos municipais, estaduais e federais, dos empréstimos exorbitantes dos bancos, que inclusive, saem de nossos salários, sob a forma de impostos diretos ou indiretos.
Mesmo assim, estes políticos quiseram calar nossa voz, aqui no Oeste baiano. Estes, e a turma da soja, tentaram calar nossa boca.
Surpresa? Não, os professores fizeram seu papel, lutar por um salário digno, justo e uma Educação mais justa e de qualidade....
Indignação? Sim, este é o sentimento da educação, mas o que valeu mais que estemovimento foi o primeiro, e logicamente, a maior revolução em uma cidade em que, seus gregários são DÉSPOTAS.
Evaristo

domingo, 13 de junho de 2010

Isto é Psicologia da Educação...

Presente meu para vocês colegas!
Evaristo

QUEM FOI JEAN PIAGET?

Nascido em 9 de agosto de 1896 em Neuchâtel - Suíça, Piaget cresceu em um ambiente intelectualizado. Seu pai, escrevendo principalmente sobre literatura medieval, ensinou-lhe o valor de um trabalho sistemático, sério e rigoroso. O meio familliar se completa com uma figura materna inteligente e enérgica. Precocemente ele se afasta dos jogos infantis, dedicando-se aos estudos. Entre os 7 e 10 anos se interessa por assuntos variados e chega a escrever pequenas notas sobre o que lia. É um belo exemplo de educação!!!
Como sou admiradora de Piaget, estou contribuindo neste blog com um vídeo de PIAGET.
Um abs. Cristiani Negrão Gallois

terça-feira, 8 de junho de 2010

Relações entre a psicologia da educação e as outras 3 áreas ou disciplinas psicológias


Durante muitos anos, ocorreu um amplo debate entre outras áreas da psicologia e da psicologia da educação. Alguns colocavam a Psicologia da educação, representa uma mera especiaização dentro da Psicologia similar a Psicologia cognitiva ou social.